jdavid
 

 
Anotações, comentários, textos, piadas, etc, depende do dia...
 
 
   
 
Sunday, August 01, 2004
 
testando depois de mais de um ano...

Wednesday, May 14, 2003
 
Acho que o meu blog tá com algum problema.

Monday, May 12, 2003
 
Caramba! A última vez que acessei esse negócio foi em agosto do ano passado!!!!
Sábado foi o casamento do Guto e Débora.
Meu consultório está indo muito bem.
Estou trabalhando também no Familiare, começando a dar algumas aulas por lá.
Volto qualquer dia desses.
Abração
jd

Thursday, August 01, 2002
 
Esse texto é muito legal. Divirtam-se!

Carta do escritor Mário Prata ao Ministro Paulo Renato

Saber que uma crônica minha, publicada aqui neste espaço, foi tema da prova de português num vestibular para medicina só me envaidece.

O ego dá um pulo. Melhor até mesmo que um elogio no The New York Times (sorry, mas eu tinha de contar).


A crônica imposta aos jovens se chama As Meninas-Moça.

Publicaram a danada inteira e depois fizeram oito perguntas em forma de múltipla escolha. E eu, que escrevi, que sou o autor, errei as oito. Imagino os meninos e as meninas, que querem ser médicos, submetidos a tal dissecação.

Fico aqui me perguntando, ministro, pra que isso? Será que, para cuidar de uma dor de cabeça, um jovem tem de saber se a minha expressão "esparramados em seios esplêndidos" é uma paráfrase, uma metáfase, uma paródia, uma amplificação ou o resumo de um texto bem conhecido pelo cidadão brasileiro?

Com toda a sinceridade, ministro da Educação Paulo Renato, você sabe meresponder isso? Algum assessor seu sabe?

A gente educa os filhos direitinho, ensina o que achamos fundamental.

Educação, honestidade, indica bons livros, explica porque o Maluf é nefasto, pede para ele torcer pelo Corinthians, apresenta gente decente, paga milhões de reais por bons colégios, ensina inglês e até paga o analista. Para que ele tenha um bom futuro e seja feliz. Meus filhos sabem, por exemplo, o que é larica. Você também sabe. Mas, para ser médico, a larica é outra.

Veja mais um exemplo da prova: "Larica é larica. Vide dicionário." Aí, para ser médico, o jovem precisa saber se esta pequena frase é poética, fática, metalingüística, emotiva-expressiva, referencial, conativa ou apelativa?
O que você acha, Paulo Renato? Eu, larica à parte (e bem-vinda), não faço a menor idéia.

Será que não teria sido melhor publicar a crônica (como foi feito) e pedir para a garotada escrever o que quisesse, o que achasse, o que bem entendesse do que eu entendi? Deixar o jovem manifestar a sua opinião, fazer a garota escrever no lugar de ficar ticando opções fáticas?

O título da vestibular crônica, já disse, era As Meninas-Moça e eu me referia ao time feminino de vôlei da Leites Nestlé que ia acabar.

Olha o que eles perguntaram aos alunos, sobre o título:

a - ao usar meninas-Moça, não flexionou no plural o segundo elemento porque criou um neologismo, processo que não se submete a normas da língua;

b - ao criar um novo vocábulo, não transgrediu as regras de flexão dos compostos;

c - usou uma flexão admissível porque o segundo elemento é um nome próprio feminino;

d - ao usar a expressão do composto, violentou a regra da língua que preconiza, para esse caso, a variação no plural para os dois elementos;

e - usou apropriadamente a forma meninas-Moça, visto que o segundo elemento tem função apositiva.

O que você acha, ministro? Eu, fico entre a e b. Mesmo porque eu não tenho a menor idéia do que seja uma função apositiva. E você, Paulo Renato, vota em quem? F, H, C? Ou A, C, M? Ou M, E, C?

E agora, meu querido ministro, só para terminar a aula, me diga, nas expressões abaixo, onde você identifica um exemplo de intertextualidade:

a - "... principalmente o feminino balé de braços, de loiras e altitudes mim";

b - "Não, leite Moça foi feito para flanar esparramado em seios esplêndidos, chacoalhando no ar, jornadando até as estrelas";

c - "Aquelas meninas-moças, todas voando pela quadra já fazem parte da latinha";

d - "Embaixo, está escrito: indústria brasileira";

e - "...que saem de dentro da lata como que convocadas pelos gênios das lâmpadas que iluminam."
E agora, C, D, ou F?


Já disse lá atrás, ministro e organizadores da prova, que sinto-me sinceramente envaidecido com a escolha de um texto meu. Mas jamais poderia imaginar que, ao escrever uma crônica pensando naquelas coxas todas, naqueles seios esparramados pelas quadras, ao escrever um texto de olho na Karin, ao digitar uma crônica preocupado com o desemprego da minha namorada (que fazia parte da equipe) fosse dar tanta dor de cabeça para dezenas de milhares de jovens que querem apenas uma profissão digna para enobrecer este nosso País tão mal-educado.

Quanto às pernas da Karin, ministro, vá de a, b, c, d e fim de papo.

Sacou?



Monday, July 29, 2002
 
Uau! Quase três meses sem aparecer por aqui.... o tempo passa rápido mesmo, cara!
Tanta coisa aconteceu nesse tempo.... Me formei em Psicologia, comecei a namorar a Adriana, adquiri alguns cd's novos, deixa eu ver o que mais.... é... nem tanta coisa assim! Ah, o consultório tá quase pronto, tá em fase de pintura. Será que, ainda em agosto, eu já estarei por lá? Espero que sim.
É isso aí. Até qualquer dia desses! Ou não.

Saturday, May 04, 2002
 
Bem, já faz mais de um mês que não coloco nada por aqui. Eu já imaginava que eu não iria conseguir escrever todo dia. Mas tudo bem, não serei escravo de minha blog. Nem hoje eu vou escrever algo de útil, pois ainda estou envolvido com os meus relatórios de fim de curso, e obviamente sem muito tempo disponível.
Mas ainda vou fazer deste blog um espaço bem legal. Aguardem. Ou não.

Wednesday, April 03, 2002
 
Um texto do Rubem Alves que li hoje:
Sobre a poesia: Somente tardiamente descobri a poesia, depois de haver virado os 40. Que pena! Quanto tempo perdido! A poesia é uma das minhas maiores fontes de alegria e sabedoria. Como disse Bachelard, “os poetas nos dão uma grande alegria de palavras...” Aí eu lhe pergunto: Você lê poesia? Se não lê, trate de ler. Troque os tolos programas de televisão pela poesia. Se você me disser que não entende poesia eu baterei palmas: Que bom! Somente os tolos pensam entender a poesia! Somente os intérpretes têm a pretensão de vir a entender a poesia! A poesia não é para ser entendida. Ela é para ser vista. Leia o poema e trate de ver o que ele pinta! Você precisa entender um luar? Uma nuvem? Uma árvore? O mar? Basta ver. Ver, sem entender, é uma felicidade! Assim, leia a poesia para que os seus olhos sejam abertos. Dicas: Cecília Meireles, Adélia Prado, Alberto Caeiro, Mário Quintana, Lya Luft, Maria Antônia de Oliveira. Leia poesia para ver melhor. Leia poesia para ficar tranqüilo. Leia poesia para ficar mais bonito. Leia poesia para aprender a ouvir. Você já considerou a possibilidade de que você, talvez, fale demais?

Fonte: http://www.cosmo.com.br/cpopular/colunistas/rubem/materias/2002/3/30/default_141316.shtm
 
Dia chuvoso, daqueles que dá vontade de ficar em casa. Mas vai ficar só na vontade mesmo. Trabalharei à tarde e tenho atendimento na clínica no fim do dia. À noite, quem sabe, um cineminha...

 

 
   
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